Um assassino é procurado, estuprador preso, e mais um procurado cadeia neses mequetref.


EUNÁPOLIS – Um acidente inusitado aconteceu na noite desta quinta-feira (11) em Eunápolis: Duas bicicletas bateram de frente, causando a morte de um dos ciclistas.

O pintor Mário de Jesus, 34 anos, funcionário da prefeitura local, voltava de mais de um dia de trabalho, quando se deparou com a fatalidade. No choque, ele bateu a cabeça no asfalto e teve morte imediata.
O outro ciclista, o recepcionista Jhones de Jesus Santos, 19 anos, que trabalha no Hotel Lagoa Dourada, teve um pequeno ferimento na cabeça.
Jhones contou ao RADAR64 que tinha acabado de sair do trabalho, trafegou alguns metros, quando foi surpreendido pela outra bicicleta, que de acordo com ele vinha pela contra mão.
O desastre aconteceu por volta das 22h, no km 719 da BR-101, zona urbana da cidade. O local é carente de iluminação. A escuridão tem contribuído para a ocorrência de muitos acidentes. Mário, que morava na Urbis I, era casado e deixa dois filhos. fonte radar64
Santa Luzia do Paruá
A Polícia Federal identificou ontem oito envolvidos na tentativa de assalto à agência do Bradesco, no município de Santa Luzia do Paruá, no início da tarde da terça-feira, 2. Quatro nomes são dos assaltantes mortos e quatro dos que foram capturados, que já se encontram em São Luís e prestaram depoimento na sede da PF, na Cohama.
Os quatro presos conduzidos para São Luís são: Ubirens Gusmão Sampaio, o “Bira”; Leonardo Barros de Sousa, Pedro Soares Barbosa, o “Golfinho”; e Márcio Nazareno Soares de Oliveira, o “Marajó”. Os três primeiros estão detidos na sede da PF e o último está internado no Hospital Municipal Clementino Moura, o Socorrão II, vigiado por policiais militares do 6° Batalhão de Polícia Militar (BPM).
Mortos – Os seis assaltantes que morreram no confronto com os policiais federais, após receberem voz de prisão, permaneceram no necrotério do hospital municipal de Santa Luzia do Paruá. Eles foram submetidos à necropsia por médicos legistas do Instituto Médico Legal de São Luís, que viajaram para aquele município.
Os mortos identificados são: João Batista Carvalho Gonçalves e Antônio Cláudio Hermes Soares, ambos naturais de Turiaçu; Raimundo Nonato Sousa, de Grajaú, e Rodrigo Antônio Sousa, de Pinheiro. Até ontem, Dois continuavam sem identificação.
Segundo o superintendente da PF, Fernando Segóvia, em depoimentos os presos teriam confessado que o bando iria assaltar o Bradesco de Santa Luzia do Paruá para levantar dinheiro que seria usado no aluguel de armas mais pesadas, como fuzis, escopetas e metralhadoras. E que esse armamento seria usado em outro assalto, também a banco, no interior do estado ainda este mês.
Relembrando o caso – A quadrilha, formada por dez assaltantes, invadiu a agência bancária por volta das 12h de terça-feira, mas foi surpreendida por policiais federais antes de concretizar o assalto. Nesse momento, os criminosos revidaram atirando nos agentes. O resultado do tiroteio foram seis bandidos e um funcionário do banco mortos; além de um assaltante, a gerente da agência e o vigilante feridos.
De acordo com Fernando Segóvia, os assaltantes chegaram ao Bradesco num veículo Hillux e em um Polo de cor branca. No interior da agência, o bando fez funcionários e clientes de reféns. Um funcionário do banco, identificado como Jefferson, foi morto com um tiro na cabeça, disparados pelos assaltantes quando eles estavam dentro da Hillux, tentando fugir.
A operação da Polícia Federal contou com o apoio das polícias Civil e Militar do Maranhão, além do Grupo Tático Aéreo (GTA). Também participaram policiais federais do Pará e de Brasília.
Santa Luzia do Paruá
A Polícia Federal identificou ontem oito envolvidos na tentativa de assalto à agência do Bradesco, no município de Santa Luzia do Paruá, no início da tarde da terça-feira, 2. Quatro nomes são dos assaltantes mortos e quatro dos que foram capturados, que já se encontram em São Luís e prestaram depoimento na sede da PF, na Cohama.
Os quatro presos conduzidos para São Luís são: Ubirens Gusmão Sampaio, o “Bira”; Leonardo Barros de Sousa, Pedro Soares Barbosa, o “Golfinho”; e Márcio Nazareno Soares de Oliveira, o “Marajó”. Os três primeiros estão detidos na sede da PF e o último está internado no Hospital Municipal Clementino Moura, o Socorrão II, vigiado por policiais militares do 6° Batalhão de Polícia Militar (BPM).
Mortos – Os seis assaltantes que morreram no confronto com os policiais federais, após receberem voz de prisão, permaneceram no necrotério do hospital municipal de Santa Luzia do Paruá. Eles foram submetidos à necropsia por médicos legistas do Instituto Médico Legal de São Luís, que viajaram para aquele município.
Os mortos identificados são: João Batista Carvalho Gonçalves e Antônio Cláudio Hermes Soares, ambos naturais de Turiaçu; Raimundo Nonato Sousa, de Grajaú, e Rodrigo Antônio Sousa, de Pinheiro. Até ontem, Dois continuavam sem identificação.
Segundo o superintendente da PF, Fernando Segóvia, em depoimentos os presos teriam confessado que o bando iria assaltar o Bradesco de Santa Luzia do Paruá para levantar dinheiro que seria usado no aluguel de armas mais pesadas, como fuzis, escopetas e metralhadoras. E que esse armamento seria usado em outro assalto, também a banco, no interior do estado ainda este mês.
Relembrando o caso – A quadrilha, formada por dez assaltantes, invadiu a agência bancária por volta das 12h de terça-feira, mas foi surpreendida por policiais federais antes de concretizar o assalto. Nesse momento, os criminosos revidaram atirando nos agentes. O resultado do tiroteio foram seis bandidos e um funcionário do banco mortos; além de um assaltante, a gerente da agência e o vigilante feridos.
De acordo com Fernando Segóvia, os assaltantes chegaram ao Bradesco num veículo Hillux e em um Polo de cor branca. No interior da agência, o bando fez funcionários e clientes de reféns. Um funcionário do banco, identificado como Jefferson, foi morto com um tiro na cabeça, disparados pelos assaltantes quando eles estavam dentro da Hillux, tentando fugir.
A operação da Polícia Federal contou com o apoio das polícias Civil e Militar do Maranhão, além do Grupo Tático Aéreo (GTA). Também participaram policiais federais do Pará e de Brasília.
WELINGTON ABREU DE JESUS, 26 anos, Vulgo WELTINHO, morador da Rua Flamengo n. 49, Bairro Primavera, foi morto às 19:30 h. dessa quarta (10) com 07 tiros.
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As primeiras informações colhidas pela reportagem do Jornal Bahia Online dão conta que durante uma operação da Polícia Federal, ocorrida na madrugada desta quarta-feira (10), teria sido preso Rosilvaldo Ferreira da Silva, o Cacique Babau, líder da comunidade Tupinambá.
Babau é acusado de impor ações violentas da região de Serra do Padeiro e vinha sendo procurado há meses pela PF. Conhecido como “O Lampião Tupinambá”, Babau lidera invasões de fazendas no sul da Bahia, com o objetivo de acelerar a demarcação de terras.
A Polícia ainda não confirmou oficialmente a prisão.
Nos últimos meses Babau ganhou a mídia nacional, apresentado como um indivíduo com grande influência sobra a etnia que luta pela demarcação de terras no sul da Bahia. Ele já teria conseguido escapar de diversos cercos da PF e a própria instituição reconheceu que vinha sendo muito dificil capturá-lo. Babau pouco sai da região onde mora e conhece detalhes da topografia da área, condição que, geralmente, lhe facilita a fuga.
No entanto, para o Cimi, a imagem criada na figura da liderança tupinambá não condiz com a realidade.
Manifesto assinado pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi), ligado à Igreja Católica, e aprovado durante o Fórum de Luta por Terra, Trabalho e Cidadania da Região Cacaueira, acusa o movimento contrário à demarcação de terras na região de manter práticas coloniais e discriminatórias contra as populações tradicionais, tentando esconder a sua própria incapacidade de promover desenvolvimento e igualdade social.
Para a Polícia Federal, Babau é um elemento perigoso acusado pela prática de vários crimes. Ele tinha prisão preventiva decretada. Produtores rurais vêem nele, o grande mentor das ações que resultaram na morte de trabalhadores rurais e pequenos produtores na área em conflito, nos últimos meses.