Sua saúde corre perigo na praia.
PORTO SEGURO – Neste Verão as praias de Porto Seguro estão lotadas. São pessoas da região e de outras partes do País, que vêm conhecer as belezas naturais da Costa do Descobrimento. Mas uma prática comum dos turistas preocupa as autoridades de saúde do município: A maioria das pessoas se rende aos deliciosos e típicos pratos vendidos à beira mar.

Por conta disso, tem sido grande o número de internações provocadas por problemas de intoxicação alimentar. Suspeita-se que a origem seja a ingestão de alimentos perecíveis em estado de deteriorização.
Centenas de ambulantes passam o dia inteiro vendendo alimentos expostos ao sol, o que o provoca a degradação de forma mais rápida, como, por exemplo, em camarões, ostras, caranguejos e empadas com recheio de fruto do mar. Como muitos vendedores trabalhavam na informalidade, acabam não seguindo as instruções e padrões estabelecidos pela Vigilância Sanitária.
Em Porto Seguro, o setor tem feito fiscalização nos comércios que funcionam de forma tradicional, como bares e restaurantes, bem como às vendas de alimentos em barracas e de ambulantes, nas praças e praias. O intuito é coibir as irregularidas sanitárias, a fim de prevenir riscos à saúde.
| Foto: João Cordeiro/Divulgação |
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| Tem sido grande o número de internações provocadas por problemas de intoxicação alimentar |
O secretário de Saúde, Manoel Messias Boaventura, diz que a ideia é intervir nos problemas sanitários decorrentes da produção e da circulação de bens, “que podem ocasionar problemas de saúde à população”. A orientação da Secretaria de Saúde é que se evite a intoxicação alimentar, não consumindo alimentos expostos ao sol, com falta de asseio, presença de insetos ou deteriorados, tanto nos comércios como dos ambulantes.
Caso a pessoa sinta sintomas como cólica, diarréia, desidratação, alergias, febre e dor de cabeça após ingerir algum alimento, deve procurar o atendimento da equipe de Vigilância Epidemiológica e Sanitária, que fica na Rua Cova da Moça, n° 1, centro. Para ser atendido, basta comparecer ao setor munido dos documentos pessoais. “Nos casos mais severos, como em crianças e idosos, é melhor procurar o médico logo que possível”, alerta o secretário.
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